quarta-feira, 19 de março de 2014

Mit Zucker mit Zuneigung

Não entendo o que me fala
Faço esforço, persisto, tento
Fico tonta e a onda quebra
Me deixando sem alento

Coro com suas risadas
E suas piadas indecorosas
Decoro todas suas frases feitas
E em coro entoamos canções melosas

Mas ao sair não se despede
E também não diz quando volta
Notícias? Nem mesmo à mãe
Diz que é livre. Que nada o impede

E eu espero que ele volte
Não seria eu se não esperasse
E trago comigo o meu perfume 
Em um frasco de pouco volume 
E sem maquiagem na face

E quando ele volta é uma alegria
Deixo as perguntas para outra ocasião
E eu me agarro na incerteza feliz
Do talvez, do sim ou do não

 





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